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OUTRO SUCESSO DE ROBERT DE NIRO

Não é por ter Robert de Niro entre seus proprietários que o Locanda Verde é parada obrigatória em sua visita a Nova York. O italiano, que tem cozinha comandada pelo chef Andrew Carmellini, (ex-Café Boulud) se tornou um dos principais restaurantes do bairro do TriBeCa por servir boa comida combinada a um ambiente arejado e confortável. Classificado como casual, o Locanda Verde é concorrido todos os dias da semana, desde o café da manhã até o jantar.
O ambiente num raro momento
Instalado numa esquina com grandes janelas que permitem a utilização da luz natural durante o dia, o restaurante é bastante agradável para o café da manhã, almoço ou brunch descontrído. A noite as grandes lustres no teto iluminam a disputa por um espaço no bar, enquanto se aguarda uma mesa na happy hour ou jantar. No piso ladrilhos dão um toque final para a combinanação de mesa de madeira com cadeiras de ferro. 
A Burrata
Burrata com peperonata agridoce e alecrim (U$ 17), Ravioli de camarão, abobrinha e alho torrado (U$ 18) e Steak grelhado com batata, cogumelos e pancetta (U$ 25) foram os pratos que eu e meu marido provamos em nossa visita, mas aposto que qualquer opção do menu é aposta certa, pois o Locanda Verde é famoso pela execução perfeita de seus pratos. Famoso também é o capuccino da casa, o qual ei de voltar para provar.
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LÁ NO FINAL DO BECO...

No final de um beco no Lower East Side, esconde-se o Freemans, um restaurante que você não encontraria por acaso se não o estivesse procurando.  Mesas de madeiras antigas, pisos de tábuas gastas, paredes de cimento pintado, estantes desgastadas com livros usados e muitas cabeças de bichos empalhadas distribuídos por todos os ambientes decoram uma das casas mais low-profile de New York. O local que é disputado tanto no almoço e quanto jantar, inclusive no brunch aos finais de semana, não tem atraído os nova-iorquinos apenas pela decoração excêntrica, a sua cozinha é também é bastante competente.
Inspirado nas tavernas americanas, o restaurante segue a mesma linha em seu cardápio oferecendo pratos simples e rústicos. Além do carro-chefe da casa, o suflê de alcachofra (U$ 10) prove também o filé mignon grelhado com cebola doce e azeda acompanhada de purê de batatas com creme de raiz forte (U$ 26) ou o Freemans Cheeseburger (U$ 14). No Brunch vá de Ovos pochê com tomate assado e queijo cheddar e torradas (U$ 12). O Freemans também é uma boa opção para a happy hour, para relaxar depois do vai e vem pelas ruas de Manhattan.
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BREAKFAST + LUNCH = BRUNCH

Vir para New York e não comer um autêntico Brunch é a mesma coisa que ir para Roma e não ver o Papa ou ir para a Disney e não encontrar com o Mickey. Como fracassei em cumprir estas duas últimas missões em minhas viagens anteriores, descontei tudo na comida e caí de boca em alguns bons brunches da cidade.  Para vivenciar a experiência, sugiro que reserve um bom tempo em sua agenda, pois o brunch não é apenas uma refeição, é um programa e os restaurantes Balthazar, Cookshop, East of Eighth, Jane, Stone Park Café e Sullivan Bistro são exemplos clássicos e não me deixam mentir.

Espera em frente ao Jane
Três dos indicados (Balthazar, Cookshop e Jane) são a sensação do momento e por isso não recomendo aparecer ser reserva e com fome, já que a espera é bastante concorrida. Os demais são mais tranquilos e tão bons quanto os queridinhos da vez.  Disputado qualquer hora do dia e qualquer dia da semana, o Balthazar, que já foi citado no seriado Sexy in the City, fica no Soho e tem como destaques o Ratatouille Omelette (U$ 18) e os Eggs Bella Donna, ovos poached com polenta, panceta e tomate (U$ 19). No mesmo bairro, o despretensioso Jane,  atrai os moderninhos de toda Manhattan que chegam a esperar até duas horas por uma mesa. Lá os bons pedidos ficam por conta do Farm House Scramble, uma omelete com presunto defumado, queijo gruyère e cebolas caramelizadas (U$ 15) e o Jane Burger com queijo cheddar, bacon defumado, cebolas salteadas, tomate e molho especial (U$ 15). Não vai aguentar esperar muito tempo por uma vaga no Balthazar ou no Jane? Seja pelo aperto no estômago ou do tempo, corra ao Sullivan que também está instalado nas redondezas. Lá você sempre pode ter a sorte de encontrar um lugar dando sopa para poder provar o Ovos Benedicts com bacon canadense, ovos poached e molho holandês (U$ 10) ou um dos hambúrgueres da casa que custam a partir de U$ 10.
Hamburguer do Cookshop
Um pouco mais distante, em Chelsea, o Cookshop e o East of Eighth são dicas para aqueles que não pensarem na região apenas para a balada. Cookshop Scramble, omelete com cebolas caramelizadas, creme fraiche e cebolinha com bacon ou salmão defumado (U$ 16) e o Finger Lakes Farm Grass Fed Burger, que nada mais é que um hambúrguer muito bom com bacon, cheddar branco, cebola vermelha picada, gergelim e chipotle ketchup são as boas surpresas do Cookshop. Num clima menos agitado, o contemporâneo East of Eighth serve cinco opções de Ovos Benedicts. Para não dizer que não falei das flores... ops, que não dei dicas fora da ilha, a ultima sugestão fica no Brooklin. O Stone Park Café tem entre suas atrações o Eggs Any Style com batatas e bacon ou salsicha (U$ 11) e os Eggs Banedict com muffin inglês feito na casa, bacon canadense e espinafre (U$ 13).
Bom apetite!             

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A MINHA PRIMEIRA DESCOBERTA EM NYC

Stone Street num domingo ensolarado

Confesso que a duvida sobre o assunto de estreia do blog foi grande. Sobre o que escrever? Comida, compras ou viagem? Decidi logo assim que comecei a listar minhas experiências desde minha chegada em NY em setembro.  Por incrível que pareça, ou não, mais comi (pelo menos por enquanto). A dica de número um tinha que ser especial, e é. No coração do mercado financeiro de NYC, em Financial District, a escondida Stone Street se destaca pela diversidade de bares e restaurantes concentrados em pouco mais de 150 metros de extensão de uma ruazinha de pedra. Ali, aproximadamente 15 casas, dividem espaço para servir a clientela no meio da rua. Enganam-se aqueles que pensam que a visita vale a pena só nos dias mais quentes, pois a Stone Street também ferve nos dias de temperaturas mais baixas. Já provei quase todos os restaurantes/bares da rua e posso dizer que qualquer um deles é tiro certo para um típico brunch ou uma descontraída happy hour. Não vou mentir, tenho sim minha preferência, o VintryWine and Whiskey não me decepciona nunca. As boas pedidas do local ficam por conta dos tacos com tartare de atum com guacamole e wasabi ($ 13), do hambúrguer de kobe beef com queijo gruyere e cogumelos ($ 13) e dos Ovos benedicts com bacon defumado e molho holandês (U$ 14), este servido apenas no brunch aos finais de semana. O local também é uma boa pedida para os amantes de whiskies, pois oferecem lá uma carta com 230 variedades da bebida, enquanto as opções de vinho em garrafa ou taça somam 80. Ulysses Folk House, Smorgäs Chef e o Stone Street Tavern  também merecem sua atenção.
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