Mostrando postagens com marcador Comer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comer. Mostrar todas as postagens

A SEGUNDA CONQUISTA DO MÉXICO PELOS ESPANHÓIS


Num post anterior escrevi um pouco sobre a invasão da gastronomia peruana no México e a introdução de seus pratos tradicionais em restaurantes locais. O que não é novidade para ninguém é a invasão espanhola sofrida pelos mexicanos no início do século XV. É claro que não vou falar aqui sobre a conquista do Império de Montezuma pela Espanha, a qual ocasionou numa distruição de uma das civilizações mais sólidas da história. Criei essa introdução apenas para poder falar dos bons restaurantes espanhóis na capital do México e suas deliciosas tapas e seus gaspachos, batatas bravas, coquetes de jamon e etc. Visitei vários restaurantes da categoria na cidade e escolhi três deles para indicar como aposta certa de um ótimo atendimento e ótimos pratos.
Lagostin com sal do Jaleo
O primeiro, o Jaleo, já foi citado num post sobre a região de Polanquito, mas merece repeteco. Num ambiente pequeno e despojado com poucos lugares, de mesas e bancos de madeira rústica, está instalado um autêntico o bar de tapas e pratos tradicionais. No cardápio destaque para o Jamón Ibérico acompanhado de pan de tomate, os lagostins com flor de sal, o tradicional gaspacho e a famosa batata brava com molho bem picante. Alguns pratos são servidos em duas opções, tapas ou porções.
Alcachofra aos 4 queijos do La Acetuna
Também na região de Polanco o restaurante La Aceituna é um outro bom representante da gastronomia espanhola na Cidade do México. Num clima também informal, a casa oferece clássicos e algumas criações que agradam muito os jovens que frequentam e local e o transforaram num point bem animado. Batatas bravas com molho picante e jamon con pan de tomate são as opções imperdíveis dos clássicos. No quesito criação não deixe de provar a alcachofra aos quatro queijos, pois é incrível!
Ravioli com recheio de pato do Tezka
Deixei o melhor para o final. Lozalizado no Hotel Royal, na Zona Rosa, o restaurante Tezka se diferencia dos dois primeiros por ter um ambiente bem requintado e por oferecer uma cozinha espanhola de autor.  A casa se divide em três distintos ambientes, um salão principal, uma bonita terraça e uma sala reservada para reunião de negócios e celebrações privadas. Sob o comando do chef Juan Mari Arzak, o Tezka surpreende do ínicio ao fim, ou seja, da entrada à sobremesa. Para começar vá de ravioli recheado de pato com purê de batata doce e vinagrete de tomate e molho de pato ou Creme de lentilhas com ragú de pato  com juliana de verduras. Codorna grelhada recheada com foie com maçã assada e Cordeiro confitado com brocheta assada de frutas vermelhas foram as boas surpresas como prato principal. E para encerrar, com muito estilo, Rolinhos de marmelo recheado de mousse de queijo com calda de maracujá com amêndoas.


Leia Mais ►

MÉXICO FOI INVADIDO PELOS PERUANOS


Há pouco mais de três anos a cidade de São Paulo foi invadida pela gastronomia peruana e a febre do ceviche. Aqui na Cidade do México aconteceu a mesma coisa e hoje esta culinária já está inserida na vida do mexicano, pois é muito é comum encontrar pratos típicos do Peru em muitos restaurantes locais. Astrid & Gastón, do reconhecido chef Gastón Acurio, marcou o auge da culinária andina com sua chegada em 2008 e desde então se tornou o principal representante na cidade, oferecendo sugestões clássicas e criativas, todas com ingredientes frescos e bem executados.
Uma das opções de ceviche
Durante minha temporada de cinco meses no México visitei Astrid & Gaston três vezes, sempre no período do jantar. Em todas elas procurei provar pratos diferentes e não cair em tentação de pedir aquilo que já conhecia, principalmente na última vez, a qual notei algumas novidades no cardápio por causa da estação e sazonalidade dos produtos. Claro que minha sugestão é começar pelos ceviches e tiradiros, entre meus preferidos do último cardápio estão Ceviche Lima DF ( atum, camarão e manga com leite de tigre ao tamarindo e pimenta chipotle) e o Tiradiro Fusión (lâminas de atum com laqueadas em molho de soja, pimenta e mel de tangerina). Como pratos principais, eu indico o Lomo Saltado (tiras de filé com cebola, tomate, pimentão vermelho e batata acompanhada de arroz cozido com milho verde)  e Ossobuco de ternera (Vitela assada em baixa temperatura glaceado em um tradicional molho limeño. Acompanha purê de batata e grão de bico). Na hora da sobremesa, se deixe levar pela degustação de delícias peruanas, como o “suspiro limeño”  e o “arroz com leche” e não sinta culpa. Também não deixe de provar o drinque mais tradicionai do Peru, o pisco sour, aqui na versão tradicional ou com maracujá.
Leia Mais ►

TACOS, TEQUILA E MARIACHIS


Quem visita o México não pode deixar de vivenciar a culinária típica mexicana e tem que fazer isso, pelo menos uma vez, num restaurante bem temático, com show de mariachis regado a muita margarita e tequila. Na Cidade do México esta experiência tem um nome: Villa Maria. Com duas casas localizadas em  bairros conhecidos da capital mexicana, Polanco e Santa Fé, o restaurante oferece boa comida aliada a um ambiente bem divertido.
Margarita de tamarindo
Além dos tacos, guacamoles, burritos, quesadilhas, queijos fundidos e afins, a dica é experimentar o caviar mexicano, conhecido como escamoles, a iguaria tradicional mexicana é composta por ovas de formiga (foto). Garanto que a experiência é válida e bastante saborosa. Entre os “platos fuertes”, ou seja, os principais, prove o Pavo en mole negro (peru com molho tradicional mexicano acompanhado de caçarola de arroz), Atún fresco estilo arriero (atum dourado temperado em caçarola acompanhado de tortilhas) e Medallones al tequila (filé de carne com cremoso molho de coentro e tequila). 
Tacos al postor
Na carta de bebidas, há mais de 100 opções de tequilas entre as variações de reposadas, da reserva, branca, licores e envelhecidas. Se preferir um drinque, não deixe de provar a margarita carro-chefe da casa, a de tamarindo. Entre as sobremesas, o destaque vai para o Pastel Angelical (tres leches com suspiro), mas não se confunda, pastel em espanhol é o nosso bolo.
Leia Mais ►

O SUCESSO DA COMIDA DE RUA EM NY


Enganam-se aqueles que pensam que os nova-iorquinos fazem fila apenas nas portas de restaurantes da moda. É muito comum ver pelas ruas de Manhattan dezenas de pessoas em fila para fazer seu pedido num simples food truck. Estes restaurantes sobre rodas, nem sempre móveis, estão espalhados por toda a cidade e oferecem uma farta variedade de tipo de comida. Entre as mais encontradas está a Halal Food, que serve algumas especialidades da cozinha árabe, mas também se acham representantes da cozinha mexicana, da italiana, da indiana, da turca e até “caminhão” que só oferece pratos com até 350 calorias.
O movimento em frente ao Tribeca Taco Truck
Um dos maiores símbolos do sucesso da Street Food não é móvel, é fixo, e tem o nome da sua localização 53rd & 6th (está na esquina entre a Sexta Avenida e a Rua 53, em frente ao Hilton Hotel), e sempre tem fila chegando a tomar metade do quarteirão em horários de pico como almoço e jantar. O cardápio oferecido é simples, são opções de pratos e sanduíches, destaque para o frango com arroz amarelo e salada coberta com uma generosa camada de molho branco. Vale a pena provar no almoço ou no jantar, pois ele funciona todos os dias das 11h às 4h da manhã.
Outro sucesso do segmento é o Tribeca Taco Truck, um caminhão que todos os dias estaciona na Broadway no Soho, entre a Spring e a Prince Street. Como o próprio nome sugere, é especializado em comida mexicana, e seu cardápio oferece uma grande seleção de tacos, quesadilhas e burritos recheados com clássicos da culinária como al pastor e carne assada, mas também tem surpresas como cacto grelhado e tofu marinado com chipotle.
No Now Eat This! tem comida light
Now Eat This! é o nome do Food Truck comandado pelo chef Rocco Di Spirito que promete sugestões de almoço, bebidas e até sobremesas, todas com até 350 calorias. Este, diferente os dois primeiros, pode ser encontrado por toda a cidade, e para localizá-lo basta procurar em sua página no Facebook. Entre as delícias que não engordam tem almôndegas com spaguetti, frango, frango com brocólis stir-fry e cupcake de baunilha.
Este assunto renderia um post do tamanho de um livro por causa das inúmeras opções de comida de rua que NY oferece. Se você se interessou e deseja montar só um roteiro de comidas do tipo quando for a Big Apple, eu sugiro uma pesquisa no New YorkStreet Food, um blog nova-iorquino que tem informações sobre as centenas unidades de Food Truck da cidade.
Leia Mais ►

UM REFÚGIO CHAMADO POLANQUITO


Assim como toda metrópole do mundo, a Cidade do México também tem seus problemas e é somente isto que nos chegam notícias através de jornais, internet e tv. Pouco ou quase nada se ouve sobre seus pontos turísticos, gigantescos parques e algumas regiões boêmias, todas agradáveis e seguras para se passear com a família ou se divertir com os amigos.  

Chicharrón de queijo com marlín
No centro dos “Jardins mexicano”, no bairro de Polanco, está Polanquito, um dessas lugares que só conhecem  aqueles que moram aqui ou que já viajaram para cá. Bastante movimentada durante toda a semana, mas disputadíssima aos sábados e domingos, esta zona abriga cerca de 40 opções de diversificados restaurante, cafés, bares, sorveterias, lanchonetes, livrarias etc. Polanquito está localizado entre Avenida Presidente Masarik e Emílio Castelar e entre as ruas Alejandro Dumas e Lafontaine. Desde minha chegada à cidade, no início de março, fiz inúmeros pesseios pela região e já pude provar alguns bons lugares e indicar aqui as apostas certas. 
Ambiente da Librería Pendulo
Se está com vontade comer peixes e frutos do mar, se jogue no Bello Puerto, um restaurante de ambiente simples, mas com pratos muito bem executados. As boas pedidas são o ceviche de Bellopuerto (pescado, rabanete, cilantro, cebola, limão e pimenta verde) e o Chicharrón de queijo que você pode escolher com recheios de marlin, camarão ou pescado. Se o desejo é por carne, vá ao Spuntino, um restaurante que oferece saborosos cortes uruguaios numa esquina bastante agitada. Não esqueça de pedir o mousse de doce de leite na hora da sobremesa, pois este vale todas as calorias. 
Lagostín com sal do Jaleo
Quer um lugar diferente? Não deixe de conhecer a Librería Pendulo que tem um ambiente bem charmoso e um restaurante com carta farta com opções vegetarianas e lights. Este lugar é bastante conhecido pelos seus concorridos “desayunos”.
Também em Polanquito, um pequeno bar de tapas, que oferece boa comida e boa bebida. Os no Jaleo destaques ficam por conta do Jamón Ibérico acompanhado de pan de tomate, os lagostins com sal, o tradicional gaspacho e a famosa batata brava com molho bem picante. 
Hamburguer com foie gras 
Outra descoberta por alí é a lanchonete Butcher & Sons, com saborosos hamburgueres gourmet, que podem levar foie gras, jamón serrano, blue cheese e até guacamole. O cardápio de lá é extenso e tem outra opções como sopas, carpaccios, saladas entre outras coisas. Se o dia estiver quente, não deixe de se refrescar na NeveríaRoxy, uma das mais famosas sorveterias do México por ser a preferida do Papa João Paulo II quando visitava o país.
Pensa que acabou? Não. Ainda quero conhecer muitas coisas deste lugar as quais postarei  conforme conseguir visitálos. Na minha lista já estão Casa Portuguesa e Le Mat.
Leia Mais ►

DANIEL BOULUD ACESSÍVEL NO DBGB KITCHEN & BAR


Quem é ligado em gastronomia com certeza já ouviu falar do chef Daniel Boulud, um dos chefs mais aclamados da gastronomia internacional e mega influente em New York. A fama não é à toa, o chef francês  comanda nada menks que oito casas de sucesso em Manhattan (Daniel, Bar Boulud, Boulud Sud, Épicerie Boulud, Café Boulud, DB Bistro Moderne, DBGB Kitchen & Bar e o Bar Pleiades) e outras cinco espalhadas em Miami, Palm Beach, Londres, Pequim e Singapura.  A boa notícia é que uma delas, o DBGB Kitchen & Bar, está ao alcance de qualquer mortah que viaja para a Big Apple e tem como um de seus objetivos curtir sua vasta oferta  gastronômica.
O steak tartare do chef Daniel Boulud
Além de acessível, o DBGB também é um dos restaurantes mais low-profile e descontraído  do chef Boulud. Localizada no Lower East Side,  a casa tem ambiente informal e ganhou charme com as prateleiras de madeira escura que rodeam o salão principal repletas de panelas de cobre, enlatados, garrafas e produtos em conserva. No cardápio brilham alguns pratos típicos franceses, as iguarias suinas como os 14 tipos de salsichas com toques gourmets e os hamburgueres que são considerados um dos melhores da cidade. Há também duas opções de menu Prix-Fixe (entrada, principal e sobremesa), um no almoço por U$ 27 e outra por U$ 35, servido entre as 17h30 e 19h, que oferecerem entre várias sugestões o tão desejado DBGB Burger que compensa qualquer caloria. Garanto que a visita vale a pena e que depois dessa primeira experiência com Daniel Boulud, você vai querer se aventurar também numa outra das tantas casas do chef espalhadas pelo mundo.
Leia Mais ►

ABC KITCHEN: MUITO ALÉM DO BEABÁ NA COZINHA


Aberto desde meados de 2010 ao lado da mega loja de decoração ABC Carpet & Home, o ABC Kitchen se tornou uma das novas sensações em New York. O restaurante, que levanta a bandeira da gastronomia sustentável, foi eleito pelos leitores da revista Time Out a melhor novidade de 2011. A casa é mais um empreendimento do chef francês Jean Georges Vongeritchen, que comanda outros sucessos em Manhattan. As caçarolas estão sob a batuta do chef executivo Dan Kluger, que tem em sua bagagem experiências adquiridas em lugares já consagrados como Eleven Madison Park e Gramercy Tavern.
A feira de orgânicos decora o restaurante
Com fachada discreta e despretenciosa, o ABC Kitchen quase passa desapercebido numa rua tranquila próximo a Union Square. O ambiente é clean, estilo rústico-chique com vigas aparentes, mesas e cadeiras de madeira, louças retrô, candelabros,  e jogos americanos de papel reclicado que substituem as tolhas.  No cardápio, o destaque é a utilização de ingredientes frescos e orgânicos provenientes de pequenos produtores próximos a Big Apple e os temperos são cultivados numa horta no próprio restaurante. Na carta de vinhos apenas constam opções orgânicas ou biodinâmicas.
Leitão assado
O menu, também de papel reciclado, traz deliciosas opções de entradas, peixes, carnes, massas e pizzas integrais. Em minha visita me deliciei com Sashimi de atum marinado com gengibre e hortelã (U$ 16) e a Tostada de shiitake com cebola agridoce e pimenta (U$ 13) como entradas. De principal a pedida foi o Leitão assado com maçã vermelha, bacon defumado com marmelada e nabos na brasa (U$ 32). E de sobremesa me esbaldei na Panna Cotta de limão com migalhas de biscoito (U$ 11). 
Leia Mais ►

MAIS HAMBÚRGUERES: MINETTA TAVERN E CORNER BISTRO

Desculpem-me, mas o assunto de novo é o meu preferido, os hamburgueres de New York. É quase impossível não ser repetitiva neste tema numa cidade onde não é necessário ir a uma lanchonete para se comer um delicioso sanduíche, onde qualquer restaurante o oferece em seu cardápio. Mas se você é daquela turma que não quer se arriscar e gosta de ir a lugares certos, poderá apostar em mais estes dois, o MinettaTavern e o Corner Bistro.
O ambiente disputado do Corner Bistro
O Corner Bistro, no coração do West Village, é o endereço do hamburguer bom e barato em NY. Uma espécie de bar, o lugar pequeno e escuro, mantém os mesmos móveis velhos e puídos desde sua inauguração na metade do século passado e serve um dos melhores custo-benefício da Big Apple. Não espere encontrar-se com uma hostess organizando a ordem de chegada dos clientes, dirija-se direto a fila que inicia na porta do segundo salão. Se preferir, ou tiver sorte, também pode sentar no estreito balcão e fazer seu pedido ali mesmo. Nem perca seu tempo pedindo cardápio ao garçom, pois os únicos existentes são aqueles pendurados na parede, as quais opções são limitadas, mas bem saborosas. O sanduíche mais caro da casa é o Bistro Burguer, que custa U$ 8 e você tem direito de adicionar queijo e bacon grátis, o Hamburguer simples custa U$ 6,75. Há ainda mais mais outras seis outras diferentes sugestões. Para os amantes de cervejas, o Corner Bistro também é parada obrigatória, pois tem opções a partir de U$ 3, valor raro em Manhattan.
A fachada do Minetta Tavern
Instalado em Greenwitch Village desde 1937, o Minetta Tavern tem um dos mais famosos e deliciosos hamburgueres da cidade. O Black Label, o tal sanduíche, já recebeu o título de melhor das melhores comidas servidas na cidade pela revista nova-iorquina Time Out. Preparado com carnes especiais num processo bastante inusitado, o “pecado” chega à mesa muito suculento e vem acompanhado de cebolas caramelizadas, salada e batata frita. Tudo isso tem um preço, é claro, custa U$ 26, talvez o mais caro da cidade, mas vale cada centavo.


Leia Mais ►

THE SPOTTED PIG É SINÔNIMO DE BOA COMIDA E BADALAÇÃO

Se a ideia é ir a um lugar pra comer bem e ao mesmo tempo badalado em New York, você tem que ir ao The Spotted Pig. Uma espécie de gastropub com música alta e ambiente escurinho, a casa localizada no West Village tem sua cozinha premiada com uma estrela no Guia Michelin. A decoração é uma mistura de madeira escura, tecidos vintage, plantas  e uma infinidade de  porcos de todos os tipos espalhados pelos dois andares da casa. São porcos de madeira, de louça, de plático, de pedra e outros materiais distribuidos por todos os lados. Eu, pessoalmente, amei, já que tenho um carinho especial pelo animal e cultivo uma pequena coleção de porquinhos. Disputado no almoço ou jantar, The Spotted Pig é estilo casual, com mesas um tanto pequenas e apertadas, e no lugar de cadeiras você senta-se em banquetas.
Orelha de porco crocante
As caçarolas são comandadas pela chef inglesa April Bloomfield, que dá prioridade aos produtos frescos da época e por isso propõe um cardapio sazonal. Eu levei o nome da casa ao pé da letra e comi porco duas vezes. De entrada apostei na Salada com orelha de porco crocante com molho de limão (U$ 15) e a Carne de porco estufada com leite e polenta (U$ 32). Outras duas boas pedidas são o Steak grelhado com beterrabas assadas e creme de raiz-forte (U$ 28) e o carro-chefe da casa, Burguer grelhado com roquefort acompanhado de batatas fritas bem fininhas com alho e alecrim (U$ 17).
A má notícia é que eles não aceitam reserva, e você pode esperar até duas horas por uma mesa. A boa notícia é que a espera acontece num bar mega animado, onde você já pode dar início com drinques e comidinhas. 
Leia Mais ►

UM POUCO SOBRE O HOT DOG DE NY

É indiscutível a paixão dos nova-iorquinos por hot dog, em quase toda esquina de Manhattan tem um carrinho do sanduíche à sua disposição. A questão é que como boa paulista, gosto daqueles bem recheados e não vejo muita graça em comer só pão, salsicha, catchup e mostarda. Por este motivo fui a busca dos hot dogs mais incrementados. De cara, recebi várias indicações do Gray’s Papaya,  não tão fácil cheguei ao Crif Dogs, e por acaso encontrei o Dogmatic.
O hot dog mais famoso de NY
Talvez por ter escutado, ou lido, tanto sobre o Gray’s Papaya, me decepcionei um pouco. Talvez por que a expectativa era alta. De qualquer forma, avaliando um pouco tempo depois, acredito que valha a pena uma visita sim, considerando que você fique um tempo razoável na cidade para correr atras de um hot dog. Caso esteja passando em frente por acaso, não exite, entre. Com duas unidades no West Side, a lanchonete, aberta 24 horas, é bem simples, não tem mesas e cadeiras, apenas balcões para apoio. Por U$ 4,95 você tem direito a dois cachorros quentes com molho de tomate e cebola e chucrute e mais um suco com vários sabores a escolher: coco, banana, uva, piña colada entre outros.
Ambiente do Crif Dogs
Do outro lado na cidade, no East Village, o Crif Dogs foi uma grata surpresa. Na minha opinião, este vale até a busca se você for apaixonado por hot dog. Com poucas mesas, o lugar é minusculo, ao contrário das suas seleções, que somam 16 diferentes tipos. A primeira do cardápio, The Crif Dog (U$  2,75) com salsicha de porco é uma das opções que permite adicionar inúmeros “toppings” por até U$ 1 cada. Outras possibilidades do menu, vão do hot dog de milho ao caipira picante, passando pelo vegetariano. Entre as ofertas de “coberturas”, tem ovo, abacaxi, abacate, entre outros.
Hot Dog no pão baguete
Próximo a Union Square, encontrei o Dogmatic, que me chamou atenção pela originalidade. Numa visita a New York, mesmo que rápida, não há como escapar por uma visita a região e este é um bom lugar para uma refeição rápida. Além do ambiente moderno, bem diferente dos dois primeiros, o modo de servir foge do convencional. São 5 tipos de salsicha (carne, porco, frango, peru e cordeiro) servidas no pão baguete feito sob-medida acompanhadas por molhos com toques gourmets, como cheddar jalapeño, queijo gruyere trufado, mint yogurte e mais outros 3 sabores (U$ 5,50). Para os vegetarianos há opção de aspargos no lugar da salsicha.
Leia Mais ►

A ESQUINA MAIS SECRETA DE NEW YORK

Em toda e qualquer cidade há lugares que apenas os moradores conhecem, e em New York não é diferente. The Corner (La Esquina) é um dos lugares mais secretos de Manhattan, pois ele não é o que parece. A primeira vista é uma simples taqueria mexicana no Soho, daquelas que o “take out” parece ser o carro-chefe da casa. Pois bem, no almoço não é muito mais que isso mesmo, apesar de eu indicar uma passada por lá para provar um de seus 12 tipos de tacos (a partir de U$ 3,25) e os Elotes Callejeros, que são os milhos grelhados com maionese, queijo e pimenta (U$ 2,75).
É durante o jantar que um novo mundo se abre.  Atras de uma porta com a placa “somente empregados” há uma escada que o levará para baixo, onde fica o restaurante escondido, chamado de brasserie. As surpresas não acabaram aqui, ainda antes de chegar ao salão com música alta e iluminado apenas por candelabros, todos os clientes passam pela cozinha. Isso mesmo, pela cozinha. Até chegar sua mesa final prepare-se para falar com tres ou quatro pessoas diferentes que vão te direcionar a seguinte.
Passada a tensão pelo passeio a desconhecido, entregue-se o extenso menu que tem um ótimo custo/benefício na minha opinião. Aposte no Ceviche acapulco com tomate, abacate, jalapeno e limão (U$ 12), o queijo fundido com queijo chihuahua com semente de abóbora (U$ 12), Camarões grelhados com abóbora, chorizo espanhol e tomate (U$ 22) ou em qualquer opção de taco. A casa oferece também uma extensa carta de drinques, tequilas e vinhos. As opções de sobremesas também são bastante tentadoras.
Como ele é secreto apenas para os turistas e muito conhecido dos nova-iorquinos, minha recomendação é fazer reserva com bastante antecedência. 
Leia Mais ►

UM PONTO TURÍSTICO CHAMADO BURGER JOINT

Quase um ponto turístico em Manhattan, o Burger Joint é mais lugar para você incluir na sua lista de lugares imperdíveis de NYC.  Excentrico por dentro e por fora, a lanchonete faz um dos mais diputados hamburgueres da cidade. A casa fica dentro do lobby de um hotel, o Le Parker Meridien, escondida atras de uma cortina de veludo bordô e sinalizada apenas por um luminoso em forma de hamburguer. Dizem que a lanchonete é mais antiga que o hotel, que os nova-iorquinos se opuzeram contra a demolição do Burguer Joint e desta forma o hotel foi construído sobre ele. Eu acreditei na história e você também vai. O ambiente, escuro, é bem pequeno, 30 apertados lugares, com mesas e cadeiras de madeira bem gastas e paredes rabiscadas pelos próprios clientes e decoradas com posters de filmes.
O cardápio é bem enxuto, tem duas opções: Hamburguer (U$ 6,89) ou Cheeseburguer (U$ 7,35) que você incrementar com alface, tomate, mostarda, ketchup, maionese, cebola e picles sem pagar mais nada por eles. Vale também provar a batata frita (U$ 3,67). Para beber tem milkshakes, refrigerante, água, cerveja eaté uma opção de vinho. Não se assuste com a fila que saí da lanchonete e quase sempre invade o lobby do hotel, ela é rápida e qualquer minuto gasto será recompensado pela sensação de descobrir um lugar tão especial como o Burguer Joint.
Leia Mais ►

AS TAPAS DE NYC

Numa cidade como NYC que há espaço para culinárias do mundo inteiro, a espanhola não fica de fora e faz bonito na cidade. Provei dois de seus representantes, Casa Mono e Boquería, e posso garantir que  vale a pena se jogar em qualquer um deles, ou nos dois. Estas casas são especializadas em tapas, que são os tradicionais tira-gostos frios ou quentes servidos em poucas porções antes das refeições, mas que agora vem ganhando destaque no menu e substituindo o almoço ou o jantar.

Ambiente do Boquería do Soho
O Boquería, com duas unidades em Manhattan (Flatiron e Soho), é uma boa alternativa para uma parada a qualquer hora do dia. Inspiradas nos tradicionais bares de tapas e “cervezarias” de Barcelona, as casas servem de excelentes tapas as típicas paellas. Fiz minha visita a filial mais nova, a do Soho, que tem ambiente agradável com mesas e bancos de madeiras altos que dão um ar mais casual ao lugar e provocam a sensação de comer num bar. A cozinha é aberta e desta forma você vê e sente o cheiro de tudo o que está sendo preparado e por consequencia tentado a pedir mais coisas do cardápio. Pan con tomate (U$ 5), Patatas bravas (U$ 9) e Croquetas cremosas – jamon e cogumelos (U$ 12) foram testados e aprovados.  
O coelho da Casa Mono

“Desde a abertura da Casa Mono em 2003, os nova-iorquinos tem lutado pelas suas 10 mesas”, essa citação da revista Food & Wine descreve bem porque você nao deve aparecer sem reserva ou deixá-la para fazer de última hora. Demorei mais de um mês para conseguir uma vaga, mas a insistência valeu muito a pena. Mais uma casa de sucesso idealizada pelo super chef Mario Batali (Eataly), o restaurante parece ser apenas mais um  modesto espanhol, mas supreende do começo ao fim.  Outra dica é tentar um lugar para sentar-se no balcão e assistir ao vivo e em cores o preparo de todos os pratos do menu à sua frente. Iluminado apenas por velas e pela luz da cozinha aberta, o ambiente pequeno tem mesas e cadeiras de madeira e paredes revestidas por garrafas de vinho.Porção de jamon ibérico (U$ 25), Pan con Tomate (U$ 5), Coelho com anticuchos e requeijão (U$ 18) e Lagosta com batata doce e picante de água de coco (U$ 19) e o Crema catalana (U$ 9) são executados com perfeição.
Leia Mais ►

OUTRO SUCESSO DE ROBERT DE NIRO

Não é por ter Robert de Niro entre seus proprietários que o Locanda Verde é parada obrigatória em sua visita a Nova York. O italiano, que tem cozinha comandada pelo chef Andrew Carmellini, (ex-Café Boulud) se tornou um dos principais restaurantes do bairro do TriBeCa por servir boa comida combinada a um ambiente arejado e confortável. Classificado como casual, o Locanda Verde é concorrido todos os dias da semana, desde o café da manhã até o jantar.
O ambiente num raro momento
Instalado numa esquina com grandes janelas que permitem a utilização da luz natural durante o dia, o restaurante é bastante agradável para o café da manhã, almoço ou brunch descontrído. A noite as grandes lustres no teto iluminam a disputa por um espaço no bar, enquanto se aguarda uma mesa na happy hour ou jantar. No piso ladrilhos dão um toque final para a combinanação de mesa de madeira com cadeiras de ferro. 
A Burrata
Burrata com peperonata agridoce e alecrim (U$ 17), Ravioli de camarão, abobrinha e alho torrado (U$ 18) e Steak grelhado com batata, cogumelos e pancetta (U$ 25) foram os pratos que eu e meu marido provamos em nossa visita, mas aposto que qualquer opção do menu é aposta certa, pois o Locanda Verde é famoso pela execução perfeita de seus pratos. Famoso também é o capuccino da casa, o qual ei de voltar para provar.
Leia Mais ►

O IRRESISTÍVEL CHELSEA MARKET

Instalado na antiga fábrica de biscoitos da Nabisco, no Meatpacking District, o Chelsea Market é o lugar perfeito para um pit stop durante seu passeio na região.  Você também pode iniciar ou terminar seu tour neste mercado que se tornou uma grande praça de alimentação para os nova-iorquinos.  Se sua temporada em New York for durante inverno, você terá ainda ótimos motivos para passar horas lá dentro e se esconder um pouco do frio. Desde que o espaço foi restaurado nos anos 90, o prédio histórico abriga restaurantes, lojas de acessórios de cozinha, vinhos, queijos, açougue, gelateria, cafeteria, padarias, livraria e confeitarias e um mini-mercado de peixes e frutos do mar frescos. 
Cookies da Eleni's New York
Prepare-se para se perder entre as 35 opções do local. Logo na entrada você se deparará com a Eleni’s New York, uma confeitaria mega famosa pelos seus cookies decorados. Outra tentação já ao lado é a Fat Witch, eleita por muitos como a melhor loja de brownie da cidade. Eu provei o de caramelo e achei incrível. Um pouco para frente você verá a Amy’s Bread e não vai resistir em parar em frente vitrine que nos permite assistir todas as etapas na preparação de seus pães.
Sushiman do Lobster Place
Não deixe de entrar no TheLobster Place, apesar de não ter muita utilidade para quem está hospedado em hotel ou albergue, o mini-mercado oferece a você a oportunidade de escolher uma apetitosa lagosta ou uma ostra para degustar ali mesmo, além de ter muita variedade de peixes e frutos do mar para levar pra casa. No mesmo lugar você também assiste o sushiman preparando um sushi ou sashimi fresquinho que será colocado a venda em seguida. No BuonItalia há inúmeras variedades de produtos do país da bota como azeites, queijos, prescuittos, massas e molhos, além de disponibilizar algumas opções em sua pequena rotisserie. Destaque também para o Ninth Street Espresso, que tem um dos cafés mais premiados da cidade. Outra tentação é resistir a um autêntico sorvete italiano da L’Arte del Gelato. Se a intenção da visita é um restaurante para um almoço, você não vai errar se optar pelo Friedman’s Lunch ou no orgânico TheGreen Table. Se a ideia a agitar, vale conhecer o The Tippler, um bar instalado no subsolo.
Os sorvetes da L"arte Del Gelato
Ronnybrook Farm Dairy, Chelsea Thai Wholesale, Posman Book, Marimoto, Chelsea Wine Vault, Dickson’s Farmstand entre outros são os locais que vou deixar para você mesmo descobrir, pois tenho certeza que você vai incluir o Chelsea Market  no seu roteiro de New York. Difícil será a missão de escolher um ou dois lugares para vivenciá-lo mais a fundo. Fácil será você ficar com vontade de voltar para experimentar outros que você teve que deixar para traz.
Leia Mais ►

LÁ NO FINAL DO BECO...

No final de um beco no Lower East Side, esconde-se o Freemans, um restaurante que você não encontraria por acaso se não o estivesse procurando.  Mesas de madeiras antigas, pisos de tábuas gastas, paredes de cimento pintado, estantes desgastadas com livros usados e muitas cabeças de bichos empalhadas distribuídos por todos os ambientes decoram uma das casas mais low-profile de New York. O local que é disputado tanto no almoço e quanto jantar, inclusive no brunch aos finais de semana, não tem atraído os nova-iorquinos apenas pela decoração excêntrica, a sua cozinha é também é bastante competente.
Inspirado nas tavernas americanas, o restaurante segue a mesma linha em seu cardápio oferecendo pratos simples e rústicos. Além do carro-chefe da casa, o suflê de alcachofra (U$ 10) prove também o filé mignon grelhado com cebola doce e azeda acompanhada de purê de batatas com creme de raiz forte (U$ 26) ou o Freemans Cheeseburger (U$ 14). No Brunch vá de Ovos pochê com tomate assado e queijo cheddar e torradas (U$ 12). O Freemans também é uma boa opção para a happy hour, para relaxar depois do vai e vem pelas ruas de Manhattan.
Leia Mais ►

A MELHOR GUACAMOLE DE NY

Se você é como eu que inclui a guacamole como um dos seus pratos prediletos, não pode deixar de ir ao Dos Caminos que tem a melhor de New York. E não sou apenas eu quem pensa assim, os mexicanos residentes na cidade assinam embaixo. Se você não entende como alguém pode achar graça na mistura de abacate com tomate, cebola, limão, pimenta e sal, também deve pintar por lá, porque  além de oferecer outras boas sugestões e ter um custo/benefício fantástico, o restaurante é super badalado e pode servir como esquenta para a noitada. Todas as quatro unidades Dos Caminos espalhadas pela cidade são animadas, mas a matriz instalada no Meatpacking District é sem dúvida a mais disputada, pois ainda abriga uma boate no subsolo.
O mesmo cardápio está disponível no almoço e no jantar, mas a sugestão é experimentar o local a noite, pois neste horário é que a casa tem um clima mais bacana. Prepare-se para usar o celular como lanterna para enxergar o cardápio, porque o restaurante é bem escuro de propósito para combinar com o som ambiente no volume máximo com play list  recheado de sucessos de Michael Jackson, Adele, Lady Gaga, Shakira, Byonce entre outros.  Entre uma música e outra não deixe de provar também o queijo fundido (U$ 10), o trio de ceviche (U$ 16), e os tacos (a partir de U$ 14).
Se você ainda não tem planos de vir pra New York, mas ficou morrendo de vontade de provar a famosa guacamole, seus problemas acabaram. O restaurante disponibiliza receita em seu site a qual segue abaixo.

Ingredientes:
2 colheres (sopa) de folhas de coentro picado;
2 colheres  (chá) de cebola picada;
2 colheres (chá) de pimenta (chili, jalapeño picada ou pimenta serrano);
2 colheres  (chá) de sal;
2 grandes avocatos (um tipo de abacate) maduros;
2 colheres (sopa) de tomate sem sementes e finamente picado;
2 colheres (chá) de suco de limão.
Modo de Preparo:
Em uma tigela, use as costas de uma colher para misturar uma colher (sopa) de coentro, 1 colher (chá) de cebola, uma colher (chá) de pimenta2 colheres de sal.
Adicione o avocato e amasse delicadamente com um garfo, até ficar suave. Coloque o restante do coentro, da cebola e da pimenta na mistura. Junte os tomates e o suco de limão, ajuste ao seu gosto os temperos e sirva com uma cesta de tortilla chips quentes


Leia Mais ►

BREAKFAST + LUNCH = BRUNCH

Vir para New York e não comer um autêntico Brunch é a mesma coisa que ir para Roma e não ver o Papa ou ir para a Disney e não encontrar com o Mickey. Como fracassei em cumprir estas duas últimas missões em minhas viagens anteriores, descontei tudo na comida e caí de boca em alguns bons brunches da cidade.  Para vivenciar a experiência, sugiro que reserve um bom tempo em sua agenda, pois o brunch não é apenas uma refeição, é um programa e os restaurantes Balthazar, Cookshop, East of Eighth, Jane, Stone Park Café e Sullivan Bistro são exemplos clássicos e não me deixam mentir.

Espera em frente ao Jane
Três dos indicados (Balthazar, Cookshop e Jane) são a sensação do momento e por isso não recomendo aparecer ser reserva e com fome, já que a espera é bastante concorrida. Os demais são mais tranquilos e tão bons quanto os queridinhos da vez.  Disputado qualquer hora do dia e qualquer dia da semana, o Balthazar, que já foi citado no seriado Sexy in the City, fica no Soho e tem como destaques o Ratatouille Omelette (U$ 18) e os Eggs Bella Donna, ovos poached com polenta, panceta e tomate (U$ 19). No mesmo bairro, o despretensioso Jane,  atrai os moderninhos de toda Manhattan que chegam a esperar até duas horas por uma mesa. Lá os bons pedidos ficam por conta do Farm House Scramble, uma omelete com presunto defumado, queijo gruyère e cebolas caramelizadas (U$ 15) e o Jane Burger com queijo cheddar, bacon defumado, cebolas salteadas, tomate e molho especial (U$ 15). Não vai aguentar esperar muito tempo por uma vaga no Balthazar ou no Jane? Seja pelo aperto no estômago ou do tempo, corra ao Sullivan que também está instalado nas redondezas. Lá você sempre pode ter a sorte de encontrar um lugar dando sopa para poder provar o Ovos Benedicts com bacon canadense, ovos poached e molho holandês (U$ 10) ou um dos hambúrgueres da casa que custam a partir de U$ 10.
Hamburguer do Cookshop
Um pouco mais distante, em Chelsea, o Cookshop e o East of Eighth são dicas para aqueles que não pensarem na região apenas para a balada. Cookshop Scramble, omelete com cebolas caramelizadas, creme fraiche e cebolinha com bacon ou salmão defumado (U$ 16) e o Finger Lakes Farm Grass Fed Burger, que nada mais é que um hambúrguer muito bom com bacon, cheddar branco, cebola vermelha picada, gergelim e chipotle ketchup são as boas surpresas do Cookshop. Num clima menos agitado, o contemporâneo East of Eighth serve cinco opções de Ovos Benedicts. Para não dizer que não falei das flores... ops, que não dei dicas fora da ilha, a ultima sugestão fica no Brooklin. O Stone Park Café tem entre suas atrações o Eggs Any Style com batatas e bacon ou salsicha (U$ 11) e os Eggs Banedict com muffin inglês feito na casa, bacon canadense e espinafre (U$ 13).
Bom apetite!             

Leia Mais ►
 
COMER COMPRAR VIAJAR © 2011 | Personalizado por Cantinho do Blog,Layouts e TemplatesPersonalizado aqui