ABC KITCHEN: MUITO ALÉM DO BEABÁ NA COZINHA


Aberto desde meados de 2010 ao lado da mega loja de decoração ABC Carpet & Home, o ABC Kitchen se tornou uma das novas sensações em New York. O restaurante, que levanta a bandeira da gastronomia sustentável, foi eleito pelos leitores da revista Time Out a melhor novidade de 2011. A casa é mais um empreendimento do chef francês Jean Georges Vongeritchen, que comanda outros sucessos em Manhattan. As caçarolas estão sob a batuta do chef executivo Dan Kluger, que tem em sua bagagem experiências adquiridas em lugares já consagrados como Eleven Madison Park e Gramercy Tavern.
A feira de orgânicos decora o restaurante
Com fachada discreta e despretenciosa, o ABC Kitchen quase passa desapercebido numa rua tranquila próximo a Union Square. O ambiente é clean, estilo rústico-chique com vigas aparentes, mesas e cadeiras de madeira, louças retrô, candelabros,  e jogos americanos de papel reclicado que substituem as tolhas.  No cardápio, o destaque é a utilização de ingredientes frescos e orgânicos provenientes de pequenos produtores próximos a Big Apple e os temperos são cultivados numa horta no próprio restaurante. Na carta de vinhos apenas constam opções orgânicas ou biodinâmicas.
Leitão assado
O menu, também de papel reciclado, traz deliciosas opções de entradas, peixes, carnes, massas e pizzas integrais. Em minha visita me deliciei com Sashimi de atum marinado com gengibre e hortelã (U$ 16) e a Tostada de shiitake com cebola agridoce e pimenta (U$ 13) como entradas. De principal a pedida foi o Leitão assado com maçã vermelha, bacon defumado com marmelada e nabos na brasa (U$ 32). E de sobremesa me esbaldei na Panna Cotta de limão com migalhas de biscoito (U$ 11). 
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ECONOMIZE NOS INGRESSOS DE MUSEUS E ESPETÁCULOS EM NY


Passagem aérea e hospedagem já consomem boa parte da verba de uma viagem, pra New York então, abocanham muito mais. E ainda tem os  gastos com alimentação, transporte e, claro, as comprinhas porque ninguém é de ferro. E como deixar de usufruir das inumeras atrações culturais da cidade por causa do orçamento limitado? Simpesmente não dá. Mas nem tudo está perdido. A boa notícia é que é possível visitar o MoMa de graça, ir ao Metropolitan e ao de História Natural contribuindo com quanto quiser e ainda assistir espetáculos da Broadway pagando a metade do preço. É só se programar ou ter cara de pau mesmo.
O MoMa – Museum of Modern Art, não cobra entrada às sextas-feiras, das 17h às 20h. Por ser grátis neste dia, há um movimento maior e fila, mas compensa. É neste museu que você poderá apreciar obras famosas de artistas como Picasso, Van Gogh, Salvador Dalí, Miró, Gauguin, Matisse, Renoir e Monet entre outros.
Museu de História Natural
Outros dois importantes museus, o Metropolitan e o de História Natural também te dão a chance de conhecê-los por quase nada. Eles não tem dia grátis, mas te dão a possibilidade de decidir quanto quer ou pode pagar. Na entrada disponibilizam a tabela de preços de U$ 25 para adultos, mas este valor é apenas sugestão de contribuição. Você pode passar um óleo de Peroba na cara e pagar U$ 1 pelo seu ingresso.
Nada mal também poder assistir  os espetáculos da Broadway  com até 50% de desconto.  Isso é possível se você se programar para passar em um dos três pontos de vendas da TKTS. Lá você pode encontrar ingressos para as apresentações na mesma noite ou para as matinês do dia seguinte. É claro que as peças mais disputadas tem descontos menores, mas qualquer redução no preço cheio sempre é bem vindo. Outra dica é tentar chegar logo na abertura das vendas para conseguir um bom lugar, pois muita gente sabe dessa mamata e sempre tem filas.
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MAIS HAMBÚRGUERES: MINETTA TAVERN E CORNER BISTRO

Desculpem-me, mas o assunto de novo é o meu preferido, os hamburgueres de New York. É quase impossível não ser repetitiva neste tema numa cidade onde não é necessário ir a uma lanchonete para se comer um delicioso sanduíche, onde qualquer restaurante o oferece em seu cardápio. Mas se você é daquela turma que não quer se arriscar e gosta de ir a lugares certos, poderá apostar em mais estes dois, o MinettaTavern e o Corner Bistro.
O ambiente disputado do Corner Bistro
O Corner Bistro, no coração do West Village, é o endereço do hamburguer bom e barato em NY. Uma espécie de bar, o lugar pequeno e escuro, mantém os mesmos móveis velhos e puídos desde sua inauguração na metade do século passado e serve um dos melhores custo-benefício da Big Apple. Não espere encontrar-se com uma hostess organizando a ordem de chegada dos clientes, dirija-se direto a fila que inicia na porta do segundo salão. Se preferir, ou tiver sorte, também pode sentar no estreito balcão e fazer seu pedido ali mesmo. Nem perca seu tempo pedindo cardápio ao garçom, pois os únicos existentes são aqueles pendurados na parede, as quais opções são limitadas, mas bem saborosas. O sanduíche mais caro da casa é o Bistro Burguer, que custa U$ 8 e você tem direito de adicionar queijo e bacon grátis, o Hamburguer simples custa U$ 6,75. Há ainda mais mais outras seis outras diferentes sugestões. Para os amantes de cervejas, o Corner Bistro também é parada obrigatória, pois tem opções a partir de U$ 3, valor raro em Manhattan.
A fachada do Minetta Tavern
Instalado em Greenwitch Village desde 1937, o Minetta Tavern tem um dos mais famosos e deliciosos hamburgueres da cidade. O Black Label, o tal sanduíche, já recebeu o título de melhor das melhores comidas servidas na cidade pela revista nova-iorquina Time Out. Preparado com carnes especiais num processo bastante inusitado, o “pecado” chega à mesa muito suculento e vem acompanhado de cebolas caramelizadas, salada e batata frita. Tudo isso tem um preço, é claro, custa U$ 26, talvez o mais caro da cidade, mas vale cada centavo.


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COMPRAS PARA CASA EM NEW YORK

Dizem por aí que “viajar é bom, mas o melhor é voltar pra casa”. Eu não concordo, pois acho que esta afirmação até parece sentimento de culpa por estar fora curtindo as férias. Mas se você é uma dessas pessoas, que tal comprar presentinhos para o lar em sua visita a NY e assim se sentir mais leve? Eu indico visita a duas lojas bem bacanas: Fishs Eddy e Sur La Table.
Uma das coleções da Fishs Eddy
De longe a minha preferida é a Fishs Eddy, loja próxima a Union Suqare especializada em louças exclusivas. Tenho certeza que você irá pirar na loja que tem coleções divertidas inspiradas no conto Alice no País das Maravilhas e nos bairros, edifícios e pontes de New York. O problema sera escolher entre as canecas, bandejas, pratos, xícaras, travessas, copos, bowls, galeteiros e outras coisinhas fofas. Os preços são uma atração a parte. Encontram-se jogos de saleiro e pimenteiro por U$ 12,95,  porta-manteiga por U$ 18,95 e bules a patir de U$ 28,95. Creio que a missão será nada fácil, já que louças são frágeis e difícil de trazer tantas dentro de uma mala, mas tenho quase certeza de que você não sairá de mãos abanando.
Alguns dos utensílios da Sur La Table
Outro lugar que merece sua atenção é a Sur La Table, no Soho, que tem de tudo e mais um pouco para quem adora se arriscar no fogão. São inúmeros eletrodomésticos, utensílios e instrumentos de marcas mega top como Cuisinart, KitchenAid, Nespresso, Le Creuset entre outros objetos do desejo. Lá você encontra as tão queridas batedeiras KitchenAid a partir de U$ 349,95, os moedores de pimenta da Pegeout por U$ 34,95 e jogos de facas da Zwilling JA Henckels por até U$ 2,400.00.


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THE SPOTTED PIG É SINÔNIMO DE BOA COMIDA E BADALAÇÃO

Se a ideia é ir a um lugar pra comer bem e ao mesmo tempo badalado em New York, você tem que ir ao The Spotted Pig. Uma espécie de gastropub com música alta e ambiente escurinho, a casa localizada no West Village tem sua cozinha premiada com uma estrela no Guia Michelin. A decoração é uma mistura de madeira escura, tecidos vintage, plantas  e uma infinidade de  porcos de todos os tipos espalhados pelos dois andares da casa. São porcos de madeira, de louça, de plático, de pedra e outros materiais distribuidos por todos os lados. Eu, pessoalmente, amei, já que tenho um carinho especial pelo animal e cultivo uma pequena coleção de porquinhos. Disputado no almoço ou jantar, The Spotted Pig é estilo casual, com mesas um tanto pequenas e apertadas, e no lugar de cadeiras você senta-se em banquetas.
Orelha de porco crocante
As caçarolas são comandadas pela chef inglesa April Bloomfield, que dá prioridade aos produtos frescos da época e por isso propõe um cardapio sazonal. Eu levei o nome da casa ao pé da letra e comi porco duas vezes. De entrada apostei na Salada com orelha de porco crocante com molho de limão (U$ 15) e a Carne de porco estufada com leite e polenta (U$ 32). Outras duas boas pedidas são o Steak grelhado com beterrabas assadas e creme de raiz-forte (U$ 28) e o carro-chefe da casa, Burguer grelhado com roquefort acompanhado de batatas fritas bem fininhas com alho e alecrim (U$ 17).
A má notícia é que eles não aceitam reserva, e você pode esperar até duas horas por uma mesa. A boa notícia é que a espera acontece num bar mega animado, onde você já pode dar início com drinques e comidinhas. 
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UM POUCO SOBRE O HOT DOG DE NY

É indiscutível a paixão dos nova-iorquinos por hot dog, em quase toda esquina de Manhattan tem um carrinho do sanduíche à sua disposição. A questão é que como boa paulista, gosto daqueles bem recheados e não vejo muita graça em comer só pão, salsicha, catchup e mostarda. Por este motivo fui a busca dos hot dogs mais incrementados. De cara, recebi várias indicações do Gray’s Papaya,  não tão fácil cheguei ao Crif Dogs, e por acaso encontrei o Dogmatic.
O hot dog mais famoso de NY
Talvez por ter escutado, ou lido, tanto sobre o Gray’s Papaya, me decepcionei um pouco. Talvez por que a expectativa era alta. De qualquer forma, avaliando um pouco tempo depois, acredito que valha a pena uma visita sim, considerando que você fique um tempo razoável na cidade para correr atras de um hot dog. Caso esteja passando em frente por acaso, não exite, entre. Com duas unidades no West Side, a lanchonete, aberta 24 horas, é bem simples, não tem mesas e cadeiras, apenas balcões para apoio. Por U$ 4,95 você tem direito a dois cachorros quentes com molho de tomate e cebola e chucrute e mais um suco com vários sabores a escolher: coco, banana, uva, piña colada entre outros.
Ambiente do Crif Dogs
Do outro lado na cidade, no East Village, o Crif Dogs foi uma grata surpresa. Na minha opinião, este vale até a busca se você for apaixonado por hot dog. Com poucas mesas, o lugar é minusculo, ao contrário das suas seleções, que somam 16 diferentes tipos. A primeira do cardápio, The Crif Dog (U$  2,75) com salsicha de porco é uma das opções que permite adicionar inúmeros “toppings” por até U$ 1 cada. Outras possibilidades do menu, vão do hot dog de milho ao caipira picante, passando pelo vegetariano. Entre as ofertas de “coberturas”, tem ovo, abacaxi, abacate, entre outros.
Hot Dog no pão baguete
Próximo a Union Square, encontrei o Dogmatic, que me chamou atenção pela originalidade. Numa visita a New York, mesmo que rápida, não há como escapar por uma visita a região e este é um bom lugar para uma refeição rápida. Além do ambiente moderno, bem diferente dos dois primeiros, o modo de servir foge do convencional. São 5 tipos de salsicha (carne, porco, frango, peru e cordeiro) servidas no pão baguete feito sob-medida acompanhadas por molhos com toques gourmets, como cheddar jalapeño, queijo gruyere trufado, mint yogurte e mais outros 3 sabores (U$ 5,50). Para os vegetarianos há opção de aspargos no lugar da salsicha.
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A ESQUINA MAIS SECRETA DE NEW YORK

Em toda e qualquer cidade há lugares que apenas os moradores conhecem, e em New York não é diferente. The Corner (La Esquina) é um dos lugares mais secretos de Manhattan, pois ele não é o que parece. A primeira vista é uma simples taqueria mexicana no Soho, daquelas que o “take out” parece ser o carro-chefe da casa. Pois bem, no almoço não é muito mais que isso mesmo, apesar de eu indicar uma passada por lá para provar um de seus 12 tipos de tacos (a partir de U$ 3,25) e os Elotes Callejeros, que são os milhos grelhados com maionese, queijo e pimenta (U$ 2,75).
É durante o jantar que um novo mundo se abre.  Atras de uma porta com a placa “somente empregados” há uma escada que o levará para baixo, onde fica o restaurante escondido, chamado de brasserie. As surpresas não acabaram aqui, ainda antes de chegar ao salão com música alta e iluminado apenas por candelabros, todos os clientes passam pela cozinha. Isso mesmo, pela cozinha. Até chegar sua mesa final prepare-se para falar com tres ou quatro pessoas diferentes que vão te direcionar a seguinte.
Passada a tensão pelo passeio a desconhecido, entregue-se o extenso menu que tem um ótimo custo/benefício na minha opinião. Aposte no Ceviche acapulco com tomate, abacate, jalapeno e limão (U$ 12), o queijo fundido com queijo chihuahua com semente de abóbora (U$ 12), Camarões grelhados com abóbora, chorizo espanhol e tomate (U$ 22) ou em qualquer opção de taco. A casa oferece também uma extensa carta de drinques, tequilas e vinhos. As opções de sobremesas também são bastante tentadoras.
Como ele é secreto apenas para os turistas e muito conhecido dos nova-iorquinos, minha recomendação é fazer reserva com bastante antecedência. 
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UM PONTO TURÍSTICO CHAMADO BURGER JOINT

Quase um ponto turístico em Manhattan, o Burger Joint é mais lugar para você incluir na sua lista de lugares imperdíveis de NYC.  Excentrico por dentro e por fora, a lanchonete faz um dos mais diputados hamburgueres da cidade. A casa fica dentro do lobby de um hotel, o Le Parker Meridien, escondida atras de uma cortina de veludo bordô e sinalizada apenas por um luminoso em forma de hamburguer. Dizem que a lanchonete é mais antiga que o hotel, que os nova-iorquinos se opuzeram contra a demolição do Burguer Joint e desta forma o hotel foi construído sobre ele. Eu acreditei na história e você também vai. O ambiente, escuro, é bem pequeno, 30 apertados lugares, com mesas e cadeiras de madeira bem gastas e paredes rabiscadas pelos próprios clientes e decoradas com posters de filmes.
O cardápio é bem enxuto, tem duas opções: Hamburguer (U$ 6,89) ou Cheeseburguer (U$ 7,35) que você incrementar com alface, tomate, mostarda, ketchup, maionese, cebola e picles sem pagar mais nada por eles. Vale também provar a batata frita (U$ 3,67). Para beber tem milkshakes, refrigerante, água, cerveja eaté uma opção de vinho. Não se assuste com a fila que saí da lanchonete e quase sempre invade o lobby do hotel, ela é rápida e qualquer minuto gasto será recompensado pela sensação de descobrir um lugar tão especial como o Burguer Joint.
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AS TAPAS DE NYC

Numa cidade como NYC que há espaço para culinárias do mundo inteiro, a espanhola não fica de fora e faz bonito na cidade. Provei dois de seus representantes, Casa Mono e Boquería, e posso garantir que  vale a pena se jogar em qualquer um deles, ou nos dois. Estas casas são especializadas em tapas, que são os tradicionais tira-gostos frios ou quentes servidos em poucas porções antes das refeições, mas que agora vem ganhando destaque no menu e substituindo o almoço ou o jantar.

Ambiente do Boquería do Soho
O Boquería, com duas unidades em Manhattan (Flatiron e Soho), é uma boa alternativa para uma parada a qualquer hora do dia. Inspiradas nos tradicionais bares de tapas e “cervezarias” de Barcelona, as casas servem de excelentes tapas as típicas paellas. Fiz minha visita a filial mais nova, a do Soho, que tem ambiente agradável com mesas e bancos de madeiras altos que dão um ar mais casual ao lugar e provocam a sensação de comer num bar. A cozinha é aberta e desta forma você vê e sente o cheiro de tudo o que está sendo preparado e por consequencia tentado a pedir mais coisas do cardápio. Pan con tomate (U$ 5), Patatas bravas (U$ 9) e Croquetas cremosas – jamon e cogumelos (U$ 12) foram testados e aprovados.  
O coelho da Casa Mono

“Desde a abertura da Casa Mono em 2003, os nova-iorquinos tem lutado pelas suas 10 mesas”, essa citação da revista Food & Wine descreve bem porque você nao deve aparecer sem reserva ou deixá-la para fazer de última hora. Demorei mais de um mês para conseguir uma vaga, mas a insistência valeu muito a pena. Mais uma casa de sucesso idealizada pelo super chef Mario Batali (Eataly), o restaurante parece ser apenas mais um  modesto espanhol, mas supreende do começo ao fim.  Outra dica é tentar um lugar para sentar-se no balcão e assistir ao vivo e em cores o preparo de todos os pratos do menu à sua frente. Iluminado apenas por velas e pela luz da cozinha aberta, o ambiente pequeno tem mesas e cadeiras de madeira e paredes revestidas por garrafas de vinho.Porção de jamon ibérico (U$ 25), Pan con Tomate (U$ 5), Coelho com anticuchos e requeijão (U$ 18) e Lagosta com batata doce e picante de água de coco (U$ 19) e o Crema catalana (U$ 9) são executados com perfeição.
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OUTRO SUCESSO DE ROBERT DE NIRO

Não é por ter Robert de Niro entre seus proprietários que o Locanda Verde é parada obrigatória em sua visita a Nova York. O italiano, que tem cozinha comandada pelo chef Andrew Carmellini, (ex-Café Boulud) se tornou um dos principais restaurantes do bairro do TriBeCa por servir boa comida combinada a um ambiente arejado e confortável. Classificado como casual, o Locanda Verde é concorrido todos os dias da semana, desde o café da manhã até o jantar.
O ambiente num raro momento
Instalado numa esquina com grandes janelas que permitem a utilização da luz natural durante o dia, o restaurante é bastante agradável para o café da manhã, almoço ou brunch descontrído. A noite as grandes lustres no teto iluminam a disputa por um espaço no bar, enquanto se aguarda uma mesa na happy hour ou jantar. No piso ladrilhos dão um toque final para a combinanação de mesa de madeira com cadeiras de ferro. 
A Burrata
Burrata com peperonata agridoce e alecrim (U$ 17), Ravioli de camarão, abobrinha e alho torrado (U$ 18) e Steak grelhado com batata, cogumelos e pancetta (U$ 25) foram os pratos que eu e meu marido provamos em nossa visita, mas aposto que qualquer opção do menu é aposta certa, pois o Locanda Verde é famoso pela execução perfeita de seus pratos. Famoso também é o capuccino da casa, o qual ei de voltar para provar.
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